Design thinking: um novo meio para pensar soluções de forma coletiva

O Design Thinking chegou ao vocabulário dos executivos, mas muitos ainda não entendem o que significa ou não sabem como aplicá-lo em suas empresas. Nicole Unger, sócia da Eólica, explica nesta matéria do Valor Econômico, que saiu hoje, dia 22 de maio de 2013, a base da aplicação do design thinking: o foco nas pessoas e nas suas necessidades. Ficou curioso? Leia mais aqui.

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26º Premio Design

No dia 22 de novembro, O Museu da Casa Brasileira realizou a cerimônia de premiação do 26º Prêmio Design MCB. Foram 867  inscritos em oito categorias, com o objetivo de promover o design nacional.

Ficamos muito contentes em compartilhar que o projeto Pligg, que teve ativa participação das sócias da Eólica em seu desenvolvimento, ganhou menção honrosa nesta premiação. Além disso, o mesmo projeto ganhou ouro no concurso IDEA/Brasil.

Ambas as sócias da Eólica, trabalhavam na consultoria Gad’Innovation durante o desenvolvimento do Pligg. A Mariana Vidigal foi responsável pela coordenação de toda a pesquisa qualitativa realizada para o projeto, assim como condução e acompanhamento dos grupos de co-criação, junto aos públicos-alvo. Ela e a Nicole Unger, participaram também da consolidação da pesquisa e definição de direcionamentos estratégicos, tanto  para o serviço, quanto para o produto.

Na imagem ao lado,extraída do catálogo da exposição USE do Museu da Casa Brasileira, você poderá entender o que é o Pligg. A exposição ficará aberta para visitação até o dia 13 de janeiro de 2013.

Infelizmente, ocorreu uma erro nas informações divulgadas pela organização do  Prêmio Design, sobre a equipe participante do  projeto e por isso ficaram faltando alguns nomes na premiação. São eles: Mariana Vidigal, Beatriz Azevedo e Rafael Toledo.

Quer gerar insights para sua empresa ou necessita de suporte na concepção e desenvolvimento de um produto ou serviço? A Eólica pode ter ajudar, fale conosco!

Quer visitar a exposição? As informações podem ser encontradas aqui!

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Projeto de pesquisa

A Eólica está fazendo um projeto de pesquisa e precisa falar com pessoas que morem nos bairros da mooca, ipiranga, cambuci, vila prudente e vila carioca.

Se você for morador de um desses bairros e puder bater um papo rápido com a gente na semana que vem, por favor, responda a este post, nos mande uma mensagem ou mande um e-mail para mariana.vidigal@grupoeolica.com.br.

Obrigada!!

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O mal de Rafael

Eu, Mariana Vidigal, uma das diretoras da Eólica, fiz pós em Ciências do Consumo, pela ESPM. Umas das aulas mais interessantes foi com o professor Romeo Deo Busarello, de marketing. Essa aula nos fez repensar muitos sobre nossos conceitos, quebrar barreiras e mostrar exemplos práticos e úteis no nosso dia-a-dia. Um dos textos dado em aula que mais impactou minha percepção sobre o mercado chama-se “O Mal de Rafael”, que fala sobre o uso da subjetividade e preferências pessoais na tomada de decisão.

Segue o texto na íntegra, escrito por Jaime Troiano, que originalmente saiu na Revista Consumidor Moderno:

O Mal de Rafael

Há pouco tempo, eu disse a um conhecido, o Rafael, qual era a participação de mercado aproximada da Coca Light. E ele me disse: “Jaime, não é possível, deve ser muito mais alta. Todo mundo que eu conheço toma Coca Light!” Fui obrigado a concordar: quase todo mundo que ele conhece toma Coca Light. Dentro do grupo social por aonde ele e eu andamos e o tipo de consumidor que conhecemos, de fato, Coca Light tem market share bem alto!

Os problemas começam quando profissionais de comunicação e marketing trazem ingênua e inadvertidamente essas verdades pessoais para o escritório. Enquanto Rafael continuar o trabalho que faz hoje e não incursionar nessa nossa profissão, estaremos protegidos contra suas crenças pessoais. Mas se ele um dia tentar a vida na área de marketing e comunicação – Deus queira que não! – aí teremos de nos preocupar com seus palpites.

Mesmo assim, o problema continua: o mercado tem ‘rafaéis’ em abundância. Muitas vezes eles têm visões pessoais sobre a experiência de vida de seres próximos: “Não é que meu filho seja uma amostra válida, mas…”. E aí vem a pérola sobre o amplo conhecimento deles a respeito de valores, visão de mundo e comportamento de consumo dessa geração. Outras vezes, eles partilham intimidades conjugais: ?Minha esposa fica irritadíssima quando vê esses comerciais em que o produto…?. Não é preciso muito esforço para imaginar o que vem depois: um rico painel de opiniões sobre como certos tipos de mulher reagem a certas propagandas, por exemplo. Além de filhos e esposas, podem ser a mãe ou os amigos íntimos do Rafael – nesse último caso, a idéia surge sempre durante um churrasco ou no retorno da ponte-aérea.

Brincadeiras à parte, arbitrariedade e subjetividade continuam sendo fonte inesgotável de idéias para definição de público-alvo nos trabalhos de marketing e comunicação das empresas. Essa visão etnocêntrica em marketing, vendo o mercado a partir da ótica pessoal e tribal do executivo, é bem freqüente – ainda que muitas vezes travestida de intuição (“algo me diz que…”).

No fundo, essa síndrome na escolha e caracterização do público-alvo tem duas fontes e traz pelo menos duas consequências negativas. O “mal de Rafael” nasce das seguintes fontes:

1. Um certo sentido de onipotência, comum em nossa profissão: um sentimento que nega de forma absoluta um princípio básico encontrado em qualquer cartilha de marketing: o único ser soberano em todo o processo chama-se consumidor. Ou somos capazes de nos despojar humildemente de impressões subjetivas e de entendê-lo objetivamente, ou estamos fritos.

2. A segunda é quase um espelho da primeira: ainda são baixos e irregulares os investimentos em estudos de comportamento de consumidor. Poucas empresas separam regularmente em seu orçamento verbas razoáveis para essa finalidade. Na maioria dos casos, nos sentimos como o pediatra que recebe uma chamada às duas da manhã porque um garoto está com 39 graus de febre. Febres e cataporas são meio inevitáveis, mas que tal visitar mais periodicamente o pediatra para entender melhor a saúde de seu filho?

A comparação pode não ser perfeita, mas a falta de estudos “profiláticos” e regulares sobre comportamento de consumidor abre um enorme espaço para as divagações e o uso indevido da pura subjetividade pessoal.

A boa notícia é que o “mal de Rafael” não só tem cura como é facilmente detectável em diagnósticos precoces!

- Jaime Troiano é diretor da Jaime Troiano Consultoria de Marca

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Lançamento do Amigos da Poli

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Hoje acontecerá o lançamento do Amigos da Poli, um dos clientes da Eólica.

Desenvolvemos toda a identidade de marca do Fundo Patrimonial. Criamos uma marca que inspira confiança, determinação e seriedade. O projeto pode ser visto, clicando aqui.

Confiram o artigo da Valor Econômico sobre o lançamento do Fundo, clicando aqui.

 

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Zuggi

A Eólica é uma consultoria que produz projetos de pesquisa, estratégia e design. Um dos nossos focos é ajudar start-ups a conseguir tangibilizar suas ideias e alcançar o sucesso que procuram.

Um dos nossos clientes é o site Zuggi, um buscador infantil que bloqueia conteúdo inadequado para a crianças. Criamos a marca, personagens e identidade visual, com foco nos atributos: diversão, educação e segurança.

> O portal terra, inclusive, já noticiou seu lançamento. Para visualizar a matéria, clique aqui.

> Veja o projeto completo desenvolvido pela Eólica em nosso site, clicando aqui.

> E se quiser saber mais sobre o Zuggi, acesse aqui.

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