Blog “My cup of book”

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Está no ar o blog My cup of books, da Renata Moritz, sobre livros conhecidos internacionalmente como “contemporary romance”.

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“Resolvi criar este espaço para compartilhar a minha alegria em descobrir, ler e falar sobre histórias românticas. Espero, de quebra, ajudar alguém a recuperar – ou adquirir – o hábito da leitura despretensiosa.” Renata

O nome foi concebido pela própria cliente, fazendo uma brincadeira com o termo em inglês “my cup of tea” que significa algo ou alguém que você gosta, que é agradável, no caso os livros.

A linguagem visual e o blog, ambos criados pela Eólica, buscaram um toque feminino e delicado, ao mesmo tempo clean e contemporâneo.

Todos os elementos do blog são inspirados em elementos de docerias, candyshops, fazendo alusão aos livros açucarados: cupcakes para avaliar os livros, pimentas para marcar os livros apimentados e até mesmo forno e forminhas para mostrar as resenhas que estão por vir.

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Conheça mais acessando: www.mycupofbook.com

Boa leitura!

 

Categorias: Design, Dicas, Livros, Notícias, Projetos

AdBlock e o consumo de conteúdo na internet

O blog da Eólica está com mais energia criativa!

Traremos regularmente assuntos que dizem respeito às nossas atividades: de identidade visual a branding, da interface à experiência do usuário, da pesquisa à estratégia de negócios.

Estreamos a coluna falando sobre experiência do usuário e modelo de negócios em um site já bastante conhecido por nós: o YouTube.

Anúncios no YouTube (e aqui podemos utilizá-los como uma metonímia para anúncios na internet em geral) são motivo de debate, porque ao mesmo tempo que poluem páginas e janelas de vídeo, muitas vezes são responsáveis pela própria existência do conteúdo que atrapalham.

Trata-se de uma questão de experiência do usuário: os anúncios, com destaque para os pre-rolls, que aparecem antes dos vídeos e podem ser pulados somente após 5 segundos de exibição (e ainda há casos em que essa opção não existe), quebram o fluxo de uso que se espera ter ao requisitar um conteúdo online – recebê-lo imediatamente.

Uma resposta a essas interrupções é o AdBlock – uma extensão para navegadores web que bloqueia anúncios, impedindo-os de aparecer, inclusive aqueles pre-rolls do YouTube. Ou seja, sem vídeos antecedidos ou interrompidos ou mesmo sucedidos por propagandas. Vitória do usuário?

Aparentemente sim. Entretanto, é necessário vermos também outro lado dos vídeos: as pessoas que os fazem.

No vídeo My AdBlock Rant (algo como “Minha retórica sobre o AdBlock”), Hank Green, responsável pelo canais SciShow e VlogBrothers junto com seu irmão, o escritor John Green, explica que graças aos anúncios inseridos nos vídeos, diversas pessoas hoje podem se dedicar à geração de conteúdo para o YouTube. 55% da taxa paga pelo anunciante ao Google (dono do YouTube) vai para o uploader (a pessoa que subiu o vídeo para o site), porém essa transação financeira acontece somente se o espectador assistir ao comercial por pelo menos 30 segundos.

Uma das características maravilhosas da internet – e isso dificilmente será novidade para alguém – é a possibilidade de acesso a conteúdo, em uma variedade imensa de temas e níveis de profundidade. A questão levantada pelo Hank Green é como as pessoas que consomem esse conteúdo (de vídeos de gatos fazendo gracinhas a aulas de história ou química) se relacionam com aquelas que geram esse conteúdo. Ao nos depararmos com os pre-rolls, temos duas opções: assistir a 30 segundos de anúncio e assim permitir que o uploader receba alguns centavos de dólar, ou simplesmente pulá-lo, deixando o gerador do conteúdo sem remuneração. Ativando o AdBlock, vamos direto para a segunda alternativa.

Esse dilema pode ser fruto de um sistema de receita que ainda pode ser refinado. E se eu quiser aproveitar todo esse conteúdo em vídeo do YouTube, com, por exemplo, uma aula de história sobre a Rota da Seda do canal Crash Course ou com 3 minutos sobre porque Flappy Birds fez tanto sucesso do canal SciShow, sem comerciais, mas ainda remunerar os responsáveis pelos vídeos?

A resposta pode estar em um serviço recém lançado pelos próprios irmãos Green. O Subbable é um sistema que une os interesses dos usuários e dos uploaders por meio de um sistema de assinaturas: você paga o quanto desejar por mês (ou em um pagamento único) para assinar um canal gerador de conteúdo da sua escolha e assim ter acesso a algumas prendas e, sobretudo, o conteúdo sem anúncios. Desse valor, 5% ficam para o Subbable, 5% com a Amazon, que faz a transação, e 90% vai para o gerador do conteúdo.

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Essa plataforma se difere do financiamento coletivo tradicional (como o Kickstarter ou Catarse), por permitir aos geradores de conteúdo estabelecer um planejamento de longo prazo, dadas as entradas mensais, e, tão importante quanto, permite-lhes continuar a produzir os vídeos, que permanecem com acesso livre e gratuito no YouTube.

Por mais que a internet já exista há algumas décadas, ainda há caminhos de aprendizado e desenvolvimento sendo experimentados e construídos. A geração de receita, em diversas formas, é um deles. Os anúncios no YouTube são um indicador de direção, aos quais há o antagonismo do AdBlock. Por outro lado, existem iniciativas como o Subbable, que aliam idealismo com uma base concreta de pessoas interessadas, como os mais de 20 mil assinantes que sustentam o canal Crash Course.

Depois de bastante tempo refletindo e pesquisando para escrever esse texto, desabilitei o AdBlock do meu navegador e fiz minha primeira assinatura no Subbable, animado com a perspectiva de que ainda há muito o que se explorar em questão de experiência de usuário e modelos de negócio para a internet.

 

Por Pedro Ungaretti, designer na Eólica.

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Design thinking: um novo meio para pensar soluções de forma coletiva

O Design Thinking chegou ao vocabulário dos executivos, mas muitos ainda não entendem o que significa ou não sabem como aplicá-lo em suas empresas. Nicole Unger, sócia da Eólica, explica nesta matéria do Valor Econômico, que saiu hoje, dia 22 de maio de 2013, a base da aplicação do design thinking: o foco nas pessoas e nas suas necessidades. Ficou curioso? Leia mais aqui.

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Bienal Ibero-Americana de Design (BID)

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Para quem gosta de design, está em exposição a Bienal Ibero-Americana de Design (BID), organizada pela Associação Designers de Madri e pela Fundación Diseño Madrid.

A exposição reúne itens de suas três edições (2008, 2010 e 2012) e mostra 159 trabalhos (de design gráfico, produto, moda, têxtil e interiores) produzidos nos últimos anos, formulando um panorama da evolução do design na região, com destaque para o Brasil (na edição de 2012) e apontando a produção de novas capitais sul-americanas.

Onde? Museu da Casa Brasileira, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705.

Quando? Até 16/06, de terça a domingo das 10h às 18h.

Quer saber mais? Acesse: www.mcb.org.br

Categorias: Design, Dicas

O que é design thinking afinal?

Na Eólica gostamos muito da abordagem do design thinking e a usamos em muitos de nossos projetos. Cada vez mais, empresas, clientes e amigos tem mostrado interesse no tema e buscam entender o que esse termo significa.

Decidimos trazer para vocês um pouco mais sobre essa abordagem, como ela funciona e o que ela traz de benefícios para os projetos.

O termo foi criado pela IDEO, consultoria de inovação americana. Tim Brown, CEO e presidente da IDEO, define de forma simples e eficaz o tema:

“ Design thinking é uma abordagem para a inovação centrada no ser humano, que parte do kit de ferramentas de designers para integrar as necessidades das pessoas, as possibilidades tecnológicas e os requisitos necessários para o sucesso do negócio.”

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O interessante dessa abordagem é que ela é uma poderosa ferramenta para descobrir oportunidades e chegar a soluções criativas para produtos, serviços, negócios e até mesmo para a sociedade.

Ícones da apresentação

No design thinking consideram-se alguns passos que se sobrepõe conforme a fase do projeto: imersão (inspiration), conceituação (ideation) e implementação (implementation). A imersão é a pesquisa para identificar desafios e oportunidades que inspiram a busca por soluções. A conceituação é o processo de gerar, desenvolver e testar ideias. A implementação é o caminho que leva o projeto para o dia a dia das pessoas.

Se você busca novas ideias, formas de se diferenciar e inovações disruptivas em seu projeto ou negócio, o design thinking com certeza é uma abordagem que pode ajudá-lo.

Quer saber mais? Entre em contato conosco!

 

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MOVI CINE ARTE

Esse fim de semana a Nicole Unger, uma das sócias da Eólica, teve a oportunidade de acompanhar o primeiro Festival Internacional de Monte Verde, idealizado e Realizado pela Olhar Periférico, com co-realização da AHPMV. Segundo a Nicole, foi realmente fantástico poder assistir tantos filmes incríveis no alto das montanhas. Os troféus da premiação foram desenvolvidos pela artista plástica Paula Unger.

O festival fez um recorte bastante interessante, com filmes documentais ou ficcionais relacionados às mais diversas linguagens artísticas: pintura, dança, arquitetura, design, teatro, performance, fotografia e tantas outras.

Aqui um link para a apresentação do festival.

Ficou curioso? Que saber mais? Acesse o site: http://movecinearte.com.br/

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Palestra da Eólica

Ontem, 30/08/2012, a Nicole Unger, uma das sócias diretoras da Eólica, palestrou no evento “Rodada de Empreendedorismo & Inovação”, do B.I. International. A proposta do evento foi apresentar um tema e abrir para a discussão com o público que estava assistindo as palestras. No total foram 8 palestrantes.


Ela abordou o tema Design Thinking, uma metodologia que parte das necessidades do consumidor para desenvolver serviços e produtos tanto em pequenas como em grandes empresas.

Quer saber mais sobre Design Thinking? Venha conhecer os projetos que desenvolvemos a partir dela. Entre no nosso site e descubra como a Eólica pode ajudar a sua empresa ou mande um email para contato@grupoeolica.com.br.

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Identidade das Marcas

Muitos dos clientes da Eólica apresentam dúvidas sobre o que é a marca, como deve ser sua expressão visual e qual o norte para a escolha de um nome. Essa semana a Nicole Unger, uma de nossas diretoras, fez uma reflexão à respeito, para esclarecer um pouco o tema. Aqui vai:

“A brand is a person’s gut feeling about a product, service, or organization. It is not what YOU say it is. It is what THEY say it is.”

(Marty Neumeier – The brand gap)

A identidade de marca é a expressão visual e verbal que compõe todas as interações que o projeto possuirá com o seu público: nome, logo, tom de voz, papelaria, site, material de comunicação, entre outros. Uma identidade bem trabalhada transmite as intenções e os valores do projeto, gerando maior confiança e credibilidade aos interessados.

Uma identidade bem construída garante uma unidade na transmissão dos mesmos valores para todos os materiais de comunicação. Sua aplicação deve ser pensada para alcançar eficiência máxima em suas diversas escalas e deve ser acompanhada de uma comunicação sólida e eficaz.

Nome

A escolha de nome e de sua expressão visual deve ser capaz de transmitir uma mensagem consistente ao interlocutor. A identidade, se bem construída, será capaz de passar a mensagem e construir novos significados para nomes, que a principio podem parecer vazios.

Sempre existirão pontos positivos e negativos na escolha de um nome ou de um mote, mas o importante é trabalhar uma promessa de marca verdadeira, sempre acompanhada de comunicação consistente e eficaz para passar a mensagem correta.

Quer saber mais? Entre em contato com a Eólica.

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Mundo digital

Trabalhar na Eólica não é apenas estudar, criar, repensar e achar a melhor solução para o cliente. É também utilizar das melhores ferramentas disponíveis no mercado para potencializar o tempo de trabalho e os deslocamentos da equipe.

Como a Eólica se divide entre São Paulo, Florianópolis e seus vários clientes, estar conectado e poder trabalhar de forma mobile é mandatório para nossa equipe.

Por isso, buscamos diversas ferramentas que possam auxiliar nesse processo.

Para reuniões, debates e conversas, escolhemos o skype.

 

 

 

 

 

 

 

Uma ferramenta que possibilita conversas escritas, por voz ou mesmo video conferências. Vários de nossos clientes já experimentaram fazer reuniões por skype, o que otimizou tanto o tempo de deslocamento, tomada de decisão e debate sobre questões fundamentais.

Para trabalhar em conjunto em um mesmo arquivo, utilizamos o Google Docs.

 

 

 

 

 

 

 

O Google Docs possibilita aos usuários criarem documentos, planilhas, apresentações, como nos programas do Office, só que de forma online. Ou seja, dois ou mais usuários podem editar o mesmo documento ao mesmo tempo. Isso diminui a quantidade de versões e tempo gasto na espera por arquivos revisados.

Para mandar e enviar arquivos trabalhamos de duas formas, como o Dropbox ou o Wetransfer.

 

 

 

 

 

 

 

O Dropbox possibilita um gerenciamento de arquivos online. Ou seja, você consegue criar pastas online e dar permissão para que outras pessoas acessem essa mesma pasta. Este programa facilita a troca de arquivos para a construção de apresentações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já o We transfer funciona como uma forma de mandar arquivos mais pesados entre nós e para o cliente, sem comprometer a caixa de entrada do e-mail. Nós subimos os arquivos no we transfer, ele envia o link para download do arquivo e nós usamos esse link quando quisermos acessá-lo.

Ou seja, o Dropbox é para quando a troca de arquivos se torna muito constante e o we transfer utilizamos de forma mais pontual.

Nessa semana acompanhamos o lançamento de mais uma ferramenta de auxílio, o Google Drive. Ele promete ser algo similar ao dropbox, mas com a vantagem de também poder usar a ferramenta do Google Docs para editar esses mesmos arquivos. Esse ainda não testamos, mas estamos curiosos para saber o que as novas ferramentas de integração e socialização de arquivos poderá fazer pela Eólica.

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O mal de Rafael

Eu, Mariana Vidigal, uma das diretoras da Eólica, fiz pós em Ciências do Consumo, pela ESPM. Umas das aulas mais interessantes foi com o professor Romeo Deo Busarello, de marketing. Essa aula nos fez repensar muitos sobre nossos conceitos, quebrar barreiras e mostrar exemplos práticos e úteis no nosso dia-a-dia. Um dos textos dado em aula que mais impactou minha percepção sobre o mercado chama-se “O Mal de Rafael”, que fala sobre o uso da subjetividade e preferências pessoais na tomada de decisão.

Segue o texto na íntegra, escrito por Jaime Troiano, que originalmente saiu na Revista Consumidor Moderno:

O Mal de Rafael

Há pouco tempo, eu disse a um conhecido, o Rafael, qual era a participação de mercado aproximada da Coca Light. E ele me disse: “Jaime, não é possível, deve ser muito mais alta. Todo mundo que eu conheço toma Coca Light!” Fui obrigado a concordar: quase todo mundo que ele conhece toma Coca Light. Dentro do grupo social por aonde ele e eu andamos e o tipo de consumidor que conhecemos, de fato, Coca Light tem market share bem alto!

Os problemas começam quando profissionais de comunicação e marketing trazem ingênua e inadvertidamente essas verdades pessoais para o escritório. Enquanto Rafael continuar o trabalho que faz hoje e não incursionar nessa nossa profissão, estaremos protegidos contra suas crenças pessoais. Mas se ele um dia tentar a vida na área de marketing e comunicação – Deus queira que não! – aí teremos de nos preocupar com seus palpites.

Mesmo assim, o problema continua: o mercado tem ‘rafaéis’ em abundância. Muitas vezes eles têm visões pessoais sobre a experiência de vida de seres próximos: “Não é que meu filho seja uma amostra válida, mas…”. E aí vem a pérola sobre o amplo conhecimento deles a respeito de valores, visão de mundo e comportamento de consumo dessa geração. Outras vezes, eles partilham intimidades conjugais: ?Minha esposa fica irritadíssima quando vê esses comerciais em que o produto…?. Não é preciso muito esforço para imaginar o que vem depois: um rico painel de opiniões sobre como certos tipos de mulher reagem a certas propagandas, por exemplo. Além de filhos e esposas, podem ser a mãe ou os amigos íntimos do Rafael – nesse último caso, a idéia surge sempre durante um churrasco ou no retorno da ponte-aérea.

Brincadeiras à parte, arbitrariedade e subjetividade continuam sendo fonte inesgotável de idéias para definição de público-alvo nos trabalhos de marketing e comunicação das empresas. Essa visão etnocêntrica em marketing, vendo o mercado a partir da ótica pessoal e tribal do executivo, é bem freqüente – ainda que muitas vezes travestida de intuição (“algo me diz que…”).

No fundo, essa síndrome na escolha e caracterização do público-alvo tem duas fontes e traz pelo menos duas consequências negativas. O “mal de Rafael” nasce das seguintes fontes:

1. Um certo sentido de onipotência, comum em nossa profissão: um sentimento que nega de forma absoluta um princípio básico encontrado em qualquer cartilha de marketing: o único ser soberano em todo o processo chama-se consumidor. Ou somos capazes de nos despojar humildemente de impressões subjetivas e de entendê-lo objetivamente, ou estamos fritos.

2. A segunda é quase um espelho da primeira: ainda são baixos e irregulares os investimentos em estudos de comportamento de consumidor. Poucas empresas separam regularmente em seu orçamento verbas razoáveis para essa finalidade. Na maioria dos casos, nos sentimos como o pediatra que recebe uma chamada às duas da manhã porque um garoto está com 39 graus de febre. Febres e cataporas são meio inevitáveis, mas que tal visitar mais periodicamente o pediatra para entender melhor a saúde de seu filho?

A comparação pode não ser perfeita, mas a falta de estudos “profiláticos” e regulares sobre comportamento de consumidor abre um enorme espaço para as divagações e o uso indevido da pura subjetividade pessoal.

A boa notícia é que o “mal de Rafael” não só tem cura como é facilmente detectável em diagnósticos precoces!

- Jaime Troiano é diretor da Jaime Troiano Consultoria de Marca

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